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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Curiosidades: Organismos sintéticos podem ajudar na colonização de Marte

De acordo com o geneticista Craig Venter, em uma palestra dada no evento TEDx NASA@Sillicon Valley, formas de vida artificiais que lidam com o gás carbônico já estão em produção. A equipe do biólogo está tentando desenvolver células que conseguem usar o gás carbônico para produzir alimento, combustível, plástico e outros produtos. Além do grande impacto na Terra, Ele acredita que os organismos poderão fazer de Marte um lugar menos inóspito, transformando a fina atmosfera do planeta vermelho, formada basicamente por CO2.

A equipe criou o primeiro organismo sintético do mundo. Os biólogos construíram o genoma da bactéria Mycoplasma mycoides de muitas unidades pré-montadas de DNA. Em seguida, eles transplantaram o genoma na célula de uma espécie semelhante que havia sido esvaziada do seu próprio genoma. A bactéria “hospedeira” logo começou a funcionar e reproduzir-se como uma ocorrência natural de M. mycoides faria.

“A criação de formas de vida novas poderia ajudar a resolver alguns dos problemas fundamentais do mundo, como fornecimento suficiente de energia, alimentos, água potável e medicamentos”, argumenta Venter e afirma que sua prioridade é exatamente essa: utilizar a vida sintética para ajudar a resolver esses grandes problemas na Terra. Nosso planeta, afinal, deve adicionar sua sétima bilionésima pessoa em apenas alguns meses, e o crescimento da população não vai parar por aí. Para alcançar esse objetivo, a empresa de Venter, Synthetic Genomics, está tentando desenvolver algas sintéticas que produzem biocombustíveis de forma barata e eficiente.

Vender ainda diz que os benefícios da vida sintética não tem que ser restritos ao nosso planeta. Enquanto organismos artificialmente feitos poderiam ajudar a conter o avanço das mudanças climáticas na Terra, em Marte eles poderiam fornecer os blocos de construção da vida, utilizando matérias-primas da própria atmosfera do Planeta Vermelho.  

O que você acha ? Segundo o geneticista, basta usar sua imaginação para mudar o futuro.



terça-feira, 20 de setembro de 2011

A primeira Célula Sintética

Em maio de 2010, o famoso cientista Craig Venter anunciou a criação da primeira célula sintética.
Craig ficou conhecido depois de criar um grupo de pesquisa privado para concorrer com o Projeto Genoma Humano do governo, acelerando, em meses, o sequenciamento do nosso código genético.
Depois desse embate, Venter fundou uma empresa que se dedica a estudar todos os aspectos e avanços da biologia sintética.

E sua última conquista foi o desenvolvimento de um genoma completamente artificial, ou seja, feito em laboratório, mas com as mesmas substâncias do genoma natural, e o colocou em uma célula bacteriana sem código genético.
A partir da inserção desse genoma na célula bacteriana, ela começou a produzir das proteínas desse DNA e se modificou completamente, tornando-se, então, uma nova célula.
Muito cientistas alegam que esse experimento não consiste na criação de uma célula sintética, pois a estrutura da célula veio de uma bactéria já formada, mas concordam que o genoma desenvolvido foi o maior feito em laboratório até agora, com cerca de 1 milhão de unidades de comprimento (bases nitrogenadas).

Sendo uma célula sintética ou não, Craig Venter deu mais um grande passo no entendimento do desenvolvimento da vida!

Para ver a reportagem inteira, clique aqui!


domingo, 18 de setembro de 2011

Biólogos criam primeiros cromossomos sintéticos

Olá, leitor do blog! Hoje trazemos uma reportagem que trata do que chama-se biologia sintética, uma nova área de pesquisa da biologia que combina ciência e engenharia. Em síntese, é designada como o desenho e construção de novas estruturas e sistemas biológicos que não existem na natureza.


Com o anúncio de que cientistas nos EUA criaram os primeiros cromossomos ("novelos" microscópicos que abrigam o DNA) parcialmente sintéticos, a era dos seres vivos sob medida ficou um pouco mais próxima no dia 15 de setembro de 2011.



O feito dá mais peso aos planos de usar micro-organismos especialmente projetados para produzir biocombustível abundante e barato, fabricar plástico sem usar o petróleo como matéria-prima ou criar micróbios devoradores de poluição, entre outras possibilidades que ainda soam como ficção científica.


A viabilidade dessas ideias mirabolantes cresce graças à nova pesquisa porque o micróbio sintético é o fungo Saccharomyces cerevisiae, um velho conhecido da humanidade, usado como fermento biológico para pães ou para produzir vinho e cerveja. Mas mesmo os fungos mais adaptados ao uso industrial ainda deixam a desejar.


Fabricar cromossomos inteiros desses organismos, a gosto do freguês, acabaria com a "greve" das leveduras, aumentando muito a produtividade das usinas de etanol. E isso é só o começo. Um cromossomo artificial com os genes responsáveis características vantajosas, inserido numa levedura industrial, poderia revolucionar a produção de matérias-primas.


A reportagem completa pode ser acessada clicando-se aqui.