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sexta-feira, 27 de junho de 2014

Diário de um Engenheiro: Próteses biônicas

       Uma das mais promissoras áreas da biônica é aplicação da medicina, nomeadamente na produção de próteses para pessoas com deficiências motoras, visuais e auditivas.
      Para produção dessas próteses cada vez buscam mais tecnologias para que as mesmas possam não só suprir a função do membro que ocupa mais sim se tornarem em vários aspectos superiores.
 
Funcionamento:

       Por meio de sensores, computador e um pequeno motor, a prótese biônica consegue cruzar uma serie de dados do meio externo para adequar-se as necessidades do usuário.
        Esse cruzamento de dados é feito através de uma osseointegração, ou seja, a prótese não é apenas encaixada no corpo mais sim ligada aos ossos atrás de um implante de titânio.   Eletrodos são ligados às terminações nervosas, e os impulsos bioelétricos vindos do sistema nervoso do paciente, serão capturados por uma interface neural que o transmitirá pelo membro de titânio. O membro implantado possui um sofisticado software que decodifica os sinais neurais e transforma-os em comando para a prótese robótica.
Inovações em próteses:

        Entre as inovações de próteses se encontra a perna biônica que incorpora avanços tecnológicos de última geração, incorpora alimentação própria, sensores, atuadores e um computador rodando um programa de inteligência artificial que permite que os pacientes caminhem naturalmente e em segurança.  Ela também restaura a função muscular perdida e permite que os pacientes desempenhem todas as atividades normais do dia-a-dia.

       Além dessa há também próteses biônicas de braços ou somente para mãos. No âmbito das próteses para mão as tecnologias mais avançadas trazem motores individuas em cada dedo, para que se possam mover independentemente permitindo que a mão biônica tenha as mesmas possibilidades de pegar e segurar que uma mão humana. Já as próteses para braço são conectadas aos nervos residuais do braço amputado atrás de uma reinervação muscular permitindo seu melhor controle dando sensação de força e toque, permitindo pegar em objetos com naturalidade.
 
Referências
 
BBC,(2012),.Próteses biônicas ajudam inclusão de deficientes no mercado de trabalho. acedido em: 30 de maio 2013, em:
 
Lopes, A. D (2007). Um passo adiante. Acedido em 30 de maio de 2013, em: http://veja.abril.com.br/
 
Redação do Site Inovação Tecnológica ,(2009). Perna biônica com inteligência artificial chega ao mercado. Acedido em 30 de maio de 2013, em: http://www.inovacaotecnologica.com.br/
 
Rodrigues, Alex,(2010). Modelos do sistema de controle motor humano a partir de uma perspectiva de engenharia de controle. Acedido em 30 de maio de 2013, em: http://sites.poli.usp.br/pmr/biomecatronica/
 
Karine Almeida

sábado, 10 de agosto de 2013

Conhecimento no mercado


Inovações concebidas em universidades têm chegado com mais frequência ao mercado brasileiro. Essa é uma alternativa para as empresas agregarem tecnologia em produtos e processos como tem demonstrado o crescente aumento de licenciamentos de propriedade intelectual de universidades e a transformação desse conhecimento em produtos inovadores. Um exemplo de tecnologia promissora que entrou no mercado no final de 2012 é um fotômetro analisador de combustível desenvolvido no Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e licenciado para a Tech Chrom, empresa gestada na Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da universidade (Incamp).

O licenciamento de uma gordura com baixo teor de ácidos graxos saturados e isenta de ácidos graxos trans, desenvolvida na Faculdade de Engenharia de Alimentos em parceria com a Cargill Agrícola e utilizada como recheio de biscoitos e outras aplicações, garantiu à Unicamp uma arrecadação recorde de royalties de R$ 724 mil em 2011. As pesquisas que resultaram na nova gordura foram iniciadas na universidade ainda na década de 1990, mas somente em 2008 os resultados efetivos começaram a aparecer e chamaram a atenção da indústria.

As empresas no Brasil também têm procurado as universidades em busca de tecnologia. Uma roupa especial que corrige a postura corporal, criada na Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) a pedido do fisioterapeuta Renato Loffi, dono da empresa Treini Biotecnologia, tem previsão de lançamento em 12 meses. “Uma teia de fitas elásticas interconectadas promove a tensão da roupa, o que resulta na correção da postura e prevenção de lesões”, diz o professor Pedro Vidigal, diretor da Coordenadoria de Transferência e Inovação Tecnológica (CTIT), agência de inovação da universidade mineira. Após trabalhar mais de oito anos no Sistema Único de Saúde (SUS), Loffi decidiu procurar o professor Sérgio Fonseca, da EEFFTO, especialista em estudos sobre movimentos humanos, para criar uma vestimenta que pudesse ser usada tanto por pessoas com comprometimentos funcionais como por atletas. A Treini, que licenciou a tecnologia, estuda o lançamento da roupa em quatro versões: terapêutica, ocupacional, esportiva e militar.

Para saber de mais inovações biotecnológicas, acesse: Revista Fapesp

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Universidades japonesas criam chip capaz de diagnosticar gripe

 Pesquisadores das universidades japonesas de Waseda, em Tóquio, e Hokkaido, no norte do país, desenvolveram um chip capaz de detectar o vírus da gripe com uma precisão até 10 mil vezes maior do que os métodos convencionais.

 Um sensor, acoplado ao chip, permite que os usuários descubram em dez minutos a presença de vírus causadores da gripe a partir de uma amostra de mucosa. Esta tecnologia, que modifica sua voltagem ao entrar em contato com os vírus, também é capaz de individualizar até 15 tipos diferentes da gripe com uma amostra de 0,025 mililitros de líquido nasal (aproximadamente a quantidade de uma gota).

 A equipe de cientistas, liderada pelo professor Tetsuya Osaka, da universidade de Waseda, considera que esta tecnologia ajudará a reduzir sensivelmente o tempo de diagnóstico da doença e, portanto, a possibilidade de propagação.

 Os pesquisadores esperam poder comercializar estes sensores tanto para centros médicos como para toda a população daqui a no mínimo três anos e no máximo cinco, e calculam que cada unidade poderia custar 50 ienes (R$ 1,13). Para isso que isso aconteça, planejam poder fabricá-lo em massa graças a uma parceria com empresas que produzem materiais médicos.



terça-feira, 30 de abril de 2013

Tatuagens de alta tecnologia como soluções para saúde.


Tatuagens de alta tecnologia, é a nova tecnologia que permite a estes avanços no ramo chamado de bio-eletrônica integrada, e espera-se dessa revolucionar os cuidados de saúde.

Nanshu Lu, professor assistente no Departamento de Engenharia Aeroespacial e Engenharia Mecânica da Universidade do Texas, em Austin, é uma das mentes por trás do projeto do tatuagem bio-eletrônica integrada, um arranjo complexo de filamentosos micro-metal e fios de silícia que medem sinais vitais e os movimentos musculares, transmitindo dados sem fios e movido a energia solar. 

Seu grupo trabalha em estreita colaboração com o corpo docente em engenharia elétrica, biomédica e química nacional e internacionalmente no desenvolvimento da eletrônica flexível da próxima geração, fotônica e terapêutica.

"Em termos de aplicação, seus usos vão desde produto
s de consumo como telas enroláveis ​​e células solares, a cuidados de saúde pessoal digital como eletrocardiograma e sensores de emoção, a jogos de computador. " diz Lu.

"O trabalho de Nanshu é muito emocionante desde o campo da bio-eletrônica integrada, mostrando a promessa para mudar fundamentalmente a saúde como dispositivos médicos interagem com o corpo humano", disse Noel Clemens, presidente da engenharia aeroespacial e engenharia departamento de mecânica. "Enquanto Nanshu faz uma pesquisa inovadora, ela é também um professor dedicado, que mostra um forte compromisso com seus alunos. Estamos orgulhosos de ter uma pessoa tão excepcional em nosso departamento. "

Para mais Clique Aqui

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Fogo Invisível

Pesquisadores de Guaratinguetá estão desenvolvendo uma tecnologia nacional  para a “combustão sem chama visível”, um  processo industrial mais econômico e menos  poluente já adotado nos países desenvolvidos.

A chamada “combustão sem chama visível” que eles tentam desenvolver ou aprimorar tem como objetivo: economizar energia e reduzir a emissão de gases que são nocivos à saúde humana e contribuem para a chuva ácida.

Usada principalmente para o aquecimento de placas metálicas que serão transformadas em chapas na indústria siderúrgica, a combustão sem chama visível vem sendo aprimorada nas últimas três décadas por pesquisadores que estão de olho na redução das emissões de monóxido de carbono (CO) e alguns óxidos  de nitrogênio, principalmente o óxido nítrico (NO) e o  nitrogênio (N02). 

O que torna o novo método menos poluente é a temperatura mais baixa da chama, em comparação com a produzida no processo tradicional. Na combustão normal, a chama ultrapassa 1.700 °C, o que  acaba gerando grandes quantidades de NOx  como subproduto. Com a nova tecnologia, é possível trabalhar a até 1.500 °C, o que permite reduzir mais de 80% a formação desses gases.

Essa nova tecnologia associado ao uso de biodiesel na combustão representa uma importante alternativa no uso sustentável de combustível. Além de uma importante fonte de economia para o país, uma vez que o Brasil é pioneiro na produção de biocombustíveis derivados de cana-de-açúcar. 

Fonte: Revista Unesp