Mostrando postagens com marcador presidente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador presidente. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Entrevista: Karoline Mansano

Karoline Mansano, graduanda do 9º semestre de Engenharia Biotecnológica na UNESP Assis e atual presidente da Biotec Júnior, conta da jornada no MEJ e todo seu aprendizado dentro da Empresa Junior. Confira!



Descomplicando: Como é a sua atuação no movimento empresa Júnior (MEJ)? 

Karoline: Primeiramente agradeço a oportunidade desta entrevista.
Minha atuação no movimento empresa Júnior vem desde 2010, no meu primeiro ano de faculdade. Antes mesmo de entrar na Unesp eu comecei a pesquisar as oportunidades que a universidade me trariam, foi então que me deparei com o Movimento Empresa Júnior, mais especificamente com a Biotec Júnior. Em junho de 2010 me inscrevi no processo seletivo da Biotec Júnior e neste mesmo ano ingressei como trainee da EJ. Nos anos seguintes atuei como membro, vice diretora e diretora do departamento de Comunicação e Marketing, seguido da vice-presidência e atualmente da presidência. Nos primeiros anos tive um contato grande com outras ejs através de benchmarks e do Enejunesp (Encontro das Empresas Juniores da Unesp) que no meu ano de trainee foi sediado pelo Biotec Júnior em Assis. Durante meus anos de MEJ, participei de muitos eventos relacionados ao movimento e participei do núcleo Unesp, onde a cada dia me aprofundo e apaixono mais por ser empresária Júnior. 

Descomplicando: Quais são os principais pontos que você pode apontar onde o MEJ e a Biotec Júnior agregaram em sua vida?

Karoline: O MEJ e a Biotec Júnior me agregaram muito nesse anos todos, e dia após dia vejo o quanto cresci e amadureci com essa vida. Hoje tenho uma visão muito mais sistêmica de tudo, além de ver as coisas "fora da caixinha". Sem duvida o papel de presidente tem muita influência nisso, porém eu só sou quem sou e tenho a experiência que tenho, devido a muito esforço e força de vontade. Acredito que a maior experiência que o MEJ me proporcionou foi a de trazer a oportunidade de poder aprender errando e fazendo. Só vivendo o dia a dia de uma empresa Júnior, somado as demais atividade de graduação, que aprendi a organizar meu tempo, fazer contatos para o meu futuro e mostrar responsabilidade e comprometimento através de um trabalho bem feito. Vejo que tudo que o MEJ e a Biotec Júnior me proporcionaram não pararam por aqui. São frutos que planto no dia a dia e que verei o resultado durante a vida toda. No fundo, essa pergunta não tem uma resposta clara, porém resumo ela em um principal ponto: o aprendizado.

Descomplicando: Em sua gestão como presidente, qual foi sua visão geral da empresa? Quais eram suas metas e o que você acredita ter deixado de legado? 

Karoline: Sem duvidas 2013 foi um ano muito conturbado, porém em um balanço geral, tenho que a felicidade de dizer que cumprimos nossas metas. Tínhamos um grande planejamento para a nossa gestão. Eu e a Gabriela Mazali, a vice presidente, tivemos um cuidado ao planejar a gestão e ao gerencia-la. Cada membro teve papel fundamental em todas as conquistas. Então, digo que me sinto realizada e com muitas metas cumpridas. 
De todo o planejamento destaco algumas metas realizadas com êxito: aumentar a visibilidade da empresa para o MEJ, para os clientes e parceiros, aumentar a capacitação dos membros com um programa extenso de treinamentos, criar planos de ação a fim de tornar nosso projetos consultorias. Esses três pilares,  ao meu ver, marcaram a gestão 2013: Consolidar a marca, capacitar os membros e aprimorar projetos.

Descomplicando: Qual foi sua trajetória na Biotec Júnior e quais são seus planos para a empresa no futuro?

Karoline: Como já dito, minha trajetória na Biotec Júnior teve inicio em 2010 e continuará em 2014, ano que farei parte do conselho gestor da minha EJ, contribuindo com todas as minhas experiências acumuladas. Como conselho gestor não pretendo fazer muitos planos para a empresa, acredito que isso não cabe a mim mais, mas sim a toda uma gestão que esta se formando. Particularmente só desejo que a Biotec Júnior continue crescendo, sem se esquecer dos valores e de todo o histórico construído nesses 6 anos, aprendendo com a cultura dos valores e dos erros, com gestores que se superem cada vez mais.

Descomplicando: Qual ou quais são os maiores aprendizados que você vai levar dessa experiência? 

Karoline: Difícil descrever claramente, quem me conhece sabe que me faltam palavras e me sobram emoções. A Biotec Júnior durante 2013 foi, mais do que em qualquer época, a minha vida. Me dediquei de corpo e alma, literalmente. Tentei ser empresária, tentei ser a melhor. Aprendi muito, errei muito, ganhei muito e cresci mais ainda. Construí, com cada membro, uma ej mais forte, mais conhecida e mais reconhecida. 

Que venha 2014, que venham muitos anos de trabalho, dedicação, responsabilidade e comprometimento. Que venham as próximas gestões. Meu trabalho ainda não acabou, e não sei se um dia acabará, pois quero sempre estar a disposição da empresa, tentando retribuir tudo o que ela me presenteou. Se hoje sou quem sou, sem duvida é porque por muito mais tempo, sou Biotec Júnior. 

Em nome da Biotec Junior parabenizamos e agradecemos a atual presidente, Karoline Mansano, por todo seu trabalho e esforço pela e por a Empresa. Desejamos todo o sucesso do mundo e que essa experiência seja levada adiante pela empresa e por você. Obrigada!

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Entrevista: Fernando Cesar Barbosa

Fernando Cesar Barbosa, graduando do 8º semestre de Engenharia Biotecnológica na UNESP Assis e ex-presidente da Biotec Júnior, conta da sua experiência no intercâmbio nos Estados Unidos pelo Ciência sem Fronteiras logo após o seu retorno ao Brasil. Confira as oportunidades que se pode obter com essa experiência e algumas dicas!






Descomplicando: Quais atividades você participou durante a graduação na UNESP Assis, tanto dentro do campus quanto fora? O quão importante elas estão sendo na sua vida e/ou ainda podem ser?

Fernando: Primeiramente, fiz e ainda faço parte do grupo de pesquisa do Professor Regildo, no laboratório de Fitofarmacologia, desde 2010. Além disso, entrei na Biotec Jr. em 2009, ano em que fui membro de P&D. Em 2010, fui vice-diretor de P&D; 2011, vice-presidente da empresa e, no comecinho de 2012, presidente até a troca da gestão. Em julho de 2010, 2011 e 2012, também fiz estágio na UNIFESP, complementando meu trabalho no laboratório do professor Regildo. Ainda em 2012, fiz 2 meses de estágio em uma farmácia de manipulação de Assis e ainda estudei nos EUA por um ano (agosto 2012 a agosto 2013) pelo Ciência sem Fronteiras. Todas as atividades foram importantes. Trabalhos em laboratório me ensinaram a vida dentro de um laboratório, como fazer pesquisa, apresentar relatórios, analisar resultados, escrever artigos, etc. A Biotec Júnior também foi muito importante, principalmente ao fato de me ensinar a trabalhar em equipe, o modo de expor minhas opiniões e respeitar as opiniões dos meus amigos, a cultura de viver a realidade dentro de uma empresa. Em relação ao intercâmbio, foi uma experiência indescritível, onde pude, além de aprender nova cultura e língua, aprender inovações referentes à biotecnologia que eu provavelmente não veria aqui no Brasil.

D.: Como você fez a escolha do país em que iria estudar? Quais principais fatores vocês levou em consideração?

F.: Na verdade, à priori, eu me candidatei para o Reino Unido, inclusive tinha concedido uma carta de aceite de um professor da UCL. Entretanto, eu tive uns problemas relacionados ao CNPq e, então, a CAPES me indicou para me inscrever para os EUA. Tendo em vista esse problema, me inscrevi para os EUA, também na certeza de que seria uma grande oportunidade, não só devido ao aprendizado do inglês em si, mas ao fato de que os EUA é uma das maiores potências referentes à biotecnologia.

D.: Em qual universidade você estudou?

F.: Eu estudei o Fall de 2012 e o Spring de 2013 (agosto até maio) na Kent State University, em Kent, OH. E, no Summer (maio até agosto de 2013), fiz estágio no WPI Bioengineering Institute, em Worcester, MA.

D.: Nessas universidades, quais atividades, além das aulas de graduação, você participou?

F.: Além das aulas de graduação na KSU, fiz estágio no Liquid Crystal Institute. Já em Worcester, eu não tive aulas, fiz só estágio no Instituto mesmo.

D.: Quais foram suas experiências mais marcantes durante o intercâmbio?

F.: Tirando as infraestruturas das universidades em si, que são inexplicáveis, o mais marcante foi a estrutura dos laboratórios. Eles possuem muito incentivo para pesquisa, muita verba, tanto do governo quanto de empresas privadas, que vão até as universidades em busca de parceria para inovação. Fato esse ainda muito pouco incentivado no Brasil, infelizmente.

D.: O que você ainda pretende fazer antes de terminar a graduação?

F.: O que eu ainda gostaria de fazer é conseguir algum estágio em empresa no nosso período de férias, entre dezembro e fevereiro, mas nossas empresas não possuem essa cultura como as norte-americanas. De qualquer forma, pretendo conseguir estágio na área de P&D em uma indústria de farmacologia.

D.: As experiências no intercâmbio o fizeram mudar seus planos de carreira? Quais são eles?

F.: Não. Não fizeram, mas acredito que abriram minha mente para novas áreas. Eu pretendo trabalhar na área de P&D em indústrias farmacêuticas, no desenvolvimento de novos fármacos, ou em industrias de engenharia de tecido. São áreas bem aplicadas ao desenvolvimento da qualidade de vida das pessoas.

D.: Você tem alguma dica ou recado para aqueles que pretendem candidatar-se ao Ciência Sem Fronteiras - Estados Unidos ou para que aqueles que pretendem se candidatar ao Reino Unido não tenham problemas relacionados a CNPq?

F.: Na realidade, acredito que meu problema relacionado ao CNPq foi devido ao fato de ainda estar no início do programa e, querendo ou não, todos estávamos meio perdidos em relação aos procedimentos. Acredito que, hoje, eles já tenham solucionado isso. Acho que muitos se candidatam ao CsF pensando em viajar, lugares para conhecer, mas seria uma boa também pensar um pouco em relação à língua que vão aprender, nas oportunidades de estágios no pais de destino e se o país de destino é ou não uma potência na sua área de atuação.

D.: Muito legal você passar essa sua experiência para os interessados no programa de intercâmbio! Muito obrigada pela entrevista! Em nome da Biotec Júnior, desejo que você tenha muito sucesso e que faça muito proveito dessa sua bagagem de conhecimentos que você conseguiu adquirir com tantas experiências!

F.: Muito obrigado e muito sucesso para nossa Biotec Jr. também. Parabéns pela iniciativa!

Para quem quiser ter mais informações sobre esse programa de intercâmbio, oferecido pelo governo federal, acesse o site: http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf

terça-feira, 9 de abril de 2013

Entrevista com Rafaela Herrera Silva

Da Escócia, Rafaela nos conta como está sendo a experiência no intercâmbio que conseguiu pelo programa Ciência sem Fronteiras e o quão determinante sua experiência na Biotec Júnior foi para a sua carreira acadêmica.

Rafaela Herrera Silva, com 21 anos e no 10º semestre do curso de Engenharia Biotecnológica, está atualmente em intercâmbio pelo CsF, cursando Ciências do Alimento na Glasgow Caledonian University (Escócia - RU). 

Na UNESP Assis, participou do time de futsal feminino, de pesquisas no laboratório de Neurociência e da Empresa Júnior, Biotec Jr., como trainee e membro do departamento de Gestão de Pessoas e como presidente da gestão de 2012. Além disso, também teve colaboração em uma pesquisa no laboratório de Fitoterápicos, na Pré-Incubadora PreInova e na construção da ideia da feira de recrutamento em Assis, a Destaque.


Descomplicando: Por que você escolheu cursar Engenharia Biotecnológica na UNESP Assis?

Rafaela: Eu estava decida a fazer engenharia desde minha 7ª série, por vários motivos, mas ainda não sabia qual área. Eu queria desenvolver as habilidades atribuídas a um engenheiro, como boa capacidade analítica, conhecimento de tecnologias e a visão do todo. No meu ensino médio, tive um professor sensacional de biologia, o qual me fez despertar um interesse muito grande pela área, principalmente ao estudar ciência do corpo humano. Por isso, escolhi a Engenharia Biotecnológica, uma vez que pude abranger ambas as áreas.

BIOTEC JÚNIOR

D.: Quais eram os seus objetivos ao decidir ingressar em uma Empresa Júnior?

R.: Desenvolver meu lado empreendedor e aumentar meu conhecimento sobre o funcionamento de uma empresa. Atrelado a isso, eu tinha e ainda tenho vontade de me envolver com todas as possibilidades que a universidade oferece. E eu tinha muita curiosidade de saber como era estar na Empresa Júnior e do que se tratava. Meu objetivo era explorar.

D.: Você estava em qual ano do curso de Engenharia Biotecnológica quando entrou na empresa e fez parte de quais departamentos?

R.: Entrei na empresa no meu segundo ano de faculdade. Comecei como trainee do departamento de Gestão de Pessoas e, no ano seguinte, fui membro do mesmo departamento. Ano passado, trabalhei como diretora presidente da empresa.

D.: Seus objetivos foram atingidos? O que você carrega pra sua vida dessa experiência?

R.: Meus objetivos foram alcançados e minhas expectativas superadas. As minhas experiências na EJ vou levar comigo sempre, pois foram minhas primeiras experiências como empresa e nesse ambiente você se propõe a desenvolver várias habilidades, como comunicação, liderança, capacidade analítica, desenvolvimento de projetos, habilidade de lidar com o imprevisto, de produzir soluções rápidas, ser criativo. São habilidades que projetos de extensão como um todo podem lhe oferecer, cabe a cada pessoa saber aproveitar e estar disposto às mudanças.

INTERCÂMBIO

  
Glasgow Caledonian University
D.: Há quanto tempo você já está estudando na Glasgow Caledonian University e quanto tempo falta para terminar esse intercâmbio?

R.: Minhas atividades na Escócia começaram no dia 14 de janeiro e terminam em dezembro, totalizando 12 meses.

D.: Porque você escolheu a Escócia e porque você acha que as pessoas devem escolhê-la também?

R.: Na verdade, eu escolhi o Reino Unido em si, porque pretendo fazer meu mestrado nos Estados Unidos, então queria vir para Europa nessa primeira oportunidade. O intercâmbio em si é um banho de cultura e estar na Europa se torna ainda mais promissor, pela história que tem aqui. A Escócia me surpreendeu em vários sentidos, desde conhecer uma cultura muito amigável e alegre, até as paisagens sensacionais.

D.: Quanto ao processo seletivo, quais aspectos você acha que ajudaram para que você conseguisse a bolsa no programa Ciência sem Fronteiras?

R.: Acredito que o que conta muito é o conhecimento da língua, além do seu histórico escolar. Um dos documentos do processo é uma carta de apresentação, na qual você deve apresentar suas habilidades e objetivos. A experiência na EJ me
ajudou bastante nesse sentido, uma vez que pude justificar várias habilidades a partir de situações vividas na Biotec Júnior.

D.: Como está sendo estudar tão longe do Brasil? Quais diferenciais você acha que está adquirindo com essa experiência?

R.: O intercâmbio é uma experiência única, por ser tão rico em cultura. É uma oportunidade para ampliar sua visão de mundo e também aproveitar oportunidades diferentes que são oferecidas. Além de conhecer pessoas de outros países, também tenho colegas de várias partes do Brasil. É interessante ver também como outras pessoas veem nosso país e também poder comparar como o Brasil está em relação a outros países, pensando em economia, educação. Aqui vigora outro sistema de estudo, que exige muito mais disciplina por parte do estudante, pois envolve bastante estudo individual. Eu escolhi uma área específica para estudar, o que faz com que eu agregue bastante conhecimento também para minha formação.

D.: Quais atividades exatamente você está desempenhando agora, tanto dentro, quanto fora da universidade?

R.: Nesse semestre, eu fiz três matérias (o permitido pela universidade), sendo elas, toxicologia de alimentos, commodities e nutrição e saúde pública. Estou participando de um concurso de negócio social e também de atividades do grupo de empreendedorismo da universidade. Também já fiz apresentação em um show de calouros aqui, o que foi bem divertido.

D.: Muito obrigada pela entrevista! Um ótimo intercâmbio para você, muito sucesso! Parabéns pelas conquistas e que venham muitas outras pela frente! 
Estamos em período de Processo Seletivo na Biotec Júnior. Você tem alguma dica para aqueles que almejam ser trainees da próxima gestão?

R.: Imagina, foi um prazer! Que eles busquem explorar! A Empresa Júnior e a faculdade em si dão N oportunidades. Que eles encontrem a atividade que vá desenvolvê-los mais.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Entrevista com Camila Betterelli Giuliano

A aluna de Engenharia Biotecnológica da UNESP, Camila B. Giuliano, de 22 anos, conta sobre sua experiência na presidência da Biotec Júnior e nos Estados Unidos, pelo programa Ciência sem Fronteiras.


Camila Betterelli Giuliano irá cursar o 5º ano de Engenharia Biotecnológica na UNESP Assis, foi presidente da Biotec Júnior em 2011 e bolsista do programa ciências sem fronteiras em 2012, programa pelo qual foi aos Estados Unidos estudar na Boston University e estagiar em Harvard.





Biotec Jr.: Por que você escolheu cursar engenharia biotecnológica na UNESP Assis?

Camila: Porque eu sempre gostei muito de biologia, mas nunca achei que um curso de biológicas iria me motivar o bastante. Além disso, eu sempre tive certa facilidade com exatas, mas sempre achei cursos só de exatas muito pesados. Então, quando descobri o curso de Engenharia Biotecnológica, achei que era a mistura perfeita.

BJ.: Quais são as funções de uma empresa júnior?

C.: Uma empresa júnior tem como principal função, do ponto de vista dos membros, por em prática o que foi aprendido em aula e deixar o membro mais próximo do que seria o mercado de trabalho pós-formado.
Do ponto de vista da comunidade acadêmica, é uma forma de devolver para a comunidade os impostos investidos na universidade, como forma de serviços de qualidade com baixo custo.

BJ.: Por que você escolheu entrar na Biotec Júnior?

C.: Porque as empresas seniores gostam de pessoas que tem noção de uma corporação, mas não tem os vícios de uma empresa grande ainda. Então, eles vão ter mais facilidade de treinar esse tipo de pessoa e empresas sempre valorizam pessoas que fizeram mais do que apenas passar pela faculdade. Atividades extracurriculares mostram pró-atividade e atitude, qualidades bastante procuradas hoje.

BJ.: O que atuar na empresa júnior te agregou na carreira acadêmica e profissional?

C.: Trabalhar em equipe é sempre algo que necessita ser exercitado, pois a parte mais difícil, seja em qualquer área da vida, é lidar com pessoas. A posição de liderança que eu assumi na empresa me ensinou muito sobre isso, além de noções de gestão. Outra coisa que a empresa me mostrou e eu confirmei depois, fazendo estágio em laboratório, é que eu gosto muito mais dessa parte, de gerência e administração, do que da pesquisa em si. Então, meu contato com a empresa pode ter um grande impacto nas minhas decisões depois de formada.

BJ.: O que a Biotec Júnior representa para você?

C.: Eu tenho muito carinho pela empresa. Nas duas gestões que passei nela, aprendi muito e lidei com pessoas maravilhosas.

Confira, semana que vem, a segunda parte dessa entrevista, em que Camila conta sobre sua jornada de intercâmbio na Boston University e em Harvard!