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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Usina de tornados em desenvolvimento por cientistas canadenses

Modelo reduzido do projeto
    Uma das maiores preocupações mundiais atualmente gira em torno da obtenção de energia elétrica de maneira limpa e, nesses termos, as modalidades mais comuns são hidráulica, solar e eólica. Desta forma, suba um pouco o nível e as proporções da energia eólica e obtenha a energia gerada por tornados!

  Essa iniciativa partiu de Louis Michaud, engenheiro elétrico e presidente da AVEtec Energy Corporation, que juntamente com um grupo de outros pesquisadores, chegou a um modelo que usa uma espécie de "tornado controlado" para energizar as turbinas, o que eles já batizaram de Atmospheric Vortex Engine (AVE), ou Motor de Vórtice Atmosférico.
     
    Esse motor funciona puxando ar quente e úmido em si mesmo e criando um vórtice devido à diferença de temperatura entre o motor e a atmosfera, tal qual um tornado.

    Finalizadas, uma dessas usinas poderia ter um diâmetro de aproximadamente 100 metros e teria um nível de produção semelhante ao de uma usina de carvão fóssil, 200 megawatts. As semelhanças, porém acabam aí, a usina de tornados seria totalmente limpa, sem emissão de carbono na atmosfera, e não exigiria o armazenamento de nenhum combustível. Além disso, o produto formado teria um custo muito menor que o atual, cerca de três centavos de dólar por kilowatt/hora.

Visite aqui o site oficial do projeto.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Brasil vai produzir biodiesel a partir de algas



Processamento de algas marinhas deve gerar biodiesel a partir de 2013 em Pernambuco.

No final de 2013, uma usina ou fazenda de algas marinhas deverá iniciar a fabricação de biodiesel a partir do material oleoso produzido por algumas espécies. A primeira instalação desse tipo no país vai custar US$ 9,8 milhões e estará sediada em Pernambuco. Fora isso, as algas vão utilizar o gás carbônico emitido pela produção de etanol para acelerar o processo.
Desse modo, além de ser menos poluente que o diesel comum, a produção do combustível de algas deve consumir, de início, 5% das emissões de CO2 de uma usina de processamento de cana-de-açúcar. Ainda assim, segundo Carlos Beltrão, presidente do grupo que vai construir a fazenda, a intenção é capturar até 100% do gás emitido. “Nossa missão é tentar trabalhar e chegar a zero de carbono”, revelou Beltrão ao jornal O Globo.
Mesmo com a produção praticamente confirmada, o combustível de algas ainda não teve a comercialização autorizada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Contudo, os realizadores do projeto acreditam que logo essa situação vai mudar.

Clique aqui para acessar a matéria completa!