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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Metal líquido é utilizado para reparar nervos rompidos

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Tsinghua anunciou o uso promissor de uma liga metálica para unir as duas pontas de um nervo partido. O elemento é uma liga gálio-índio-selênio, bastante maleável que se torna líquido na temperatura corporal.

Quando um nervo é rompido, a comunicação dos músculos ao redor com o cérebro é interrompida, levando a um possível atrofiamento.  Para que isso não ocorra é necessário que sinais neurais sejam enviados aos músculos enquanto o nervo se cura, esses sinais podem ser transmitidos através de uma solução de sais chamada Solução de Ringes que simula fluidos corporais e é depositada na lacuna entre os nervos.

Em testes realizados os cientistas verificaram que o metal tem se mostrado uma melhor opção, já que esse apresenta uma fluidez mais favorável ao processo, superconformidade e uma alta condutividade elétrica.  Contudo, testes posteriores devem ser realizados para verificar possíveis ricos ao organismo e a possibilidade de rejeição. 

domingo, 3 de março de 2013

Tatuagem eletrônica monitora sinais cerebrais



Uma tatuagem eletrônica foi criada pelo professor Todd Coleman da Universidade da Califórnia. A tatuagem pode monitorar os sinais cerebrais do paciente através de sensores ultrafinos e flexíveis. Esses sensores podem ser colocados temporariamente na pele e ao monitorar a atividade cerebral do paciente evita a necessidade de alguns exames. 

O dispositivo possui menos de 0,1 milímetro de espessura, é feito de uma camada de poliéster e em seu interior há um circuito de células solares, sensores térmicos e detectores de luz que permitem respectivamente captar os sinais elétricos do cérebro, monitorar a temperatura da pele e analisar os níveis de oxigênio no sangue.

A tatuagem eletrônica pode ser aplicada em diversas áreas do corpo, já que o material da qual é feita a permite acompanhar o movimento da pele. Algumas partes do corpo como garganta possuem atividade muscular, que ao ser captada pelos sensores permitiria que as pessoas se comunicassem através do pensamento, segundo Coleman.