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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Entrevista: Professora Cassia Roberta

Cassia Roberta Malacrida Mayer,formada em engenharia de alimentos na Unesp de Rio Preto, fez mestrado na UFMG onde começou a trabalhar com compostos bioativos. Fez seu doutorado na Unesp de Rio Preto na área de tecnologia de óleos e gorduras e seu pós doutorado trabalhou com micro encapsulação de ingredientes alimentícios.



Db: Diga um pouco sobre a sua formação professora

Cassia: Sou engenheira de alimentos, sou formada na Unesp de Rio Preto, fiz mestrado na UFMG onde comecei a trabalhar com compostos bioativos, na ocasião trabalhei com suco de uva. Retornei para a Unesp de Rio Preto para fazer meu doutorado que foi na área de óleos e gorduras onde trabalhei na extração de óleos de sementes de frutas, depois disso fiz meu pós doutorado também na Unesp mas na área da engenharia, onde trabalhei na microencapsulação de ingredientes alimentícios.


Db: Fale-nos sobre sua linha de pesquisa, em que consiste ela?

C: Trabalho com a extração de óleos e métodos alternativos para extrair os mesmos, tais como ultrassom e enzimas. A ferramenta da minha pesquisa é o pequi, uma fruta do cerrado. Além disso, estou no começo da linha de pesquisa da micro encapsulação.

Db: Como começou sua linha de pesquisa a partir do pequi?

C:No meu doutorado trabalhei com semente de frutas, queria trabalhar com uma fruta que conseguisse extrair o óleo da polpa e o pequi é uma fruta bem oleosa, por causa disso acabou sendo a ferramenta da minha pesquisa.

Db: Como começou a dar aula e quais disciplinas você administra?

C: Quando terminei o pós doutorado. Antes mesmo de ter terminado surgiu a oportunidade de me inscrever para o concurso, me inscrevi e acabei passando. Trabalho com as disciplinas de Físico-Química, Análise de Alimentos, Química Analítica e divido Fenômenos de Transportes com outra docente.

Db: O que acha sobre o curso de Engenharia Biotecnológica e qual nosso diferencial por ser um curso de engenharia?

C: Conheci sobre o curso ainda quando ele era apenas Biotecnologia. O curso ainda tem muito para evoluir, mas por ser multidisciplinar existe um vasto campo de aplicação, principalmente pelo grande crescimento da biotecnologia. Por ser um curso de engenharia, acredito que muitos de vocês deveriam se esforçar para conseguir um estágio em uma indústria pois isso é algo importante para um engenheiro. Além disso por vocês serem os pioneiros nessa área da engenharia biotecnológica, acredito que possuam algo a mais em relação aos outros cursos.

Db: Qual sua opinião sobre a Biotec Jr? Chegou a conhecer bem nossa empresa e projetos?

C: Não conheço bem, gostaria de conhecer melhor a empresa. Acho interessante a ideia da empresa júnior e importante para vocês pois os colocam em contato com outras empresas e te proporcionam experiência no desenvolvimento de projetos e outras áreas, como a administração por exemplo.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Entrevista: Professora Lucinéia Santos


Lucinéia Santos, Formada em Farmácia Bioquímica pela UEL, ganhadora do prêmio Santander, atua na área de desenvolvimento de fitoterápicos e especializada na área de psicobiologia pela USP de Ribeirão Preto. Fez o Pós-doutorado pela Unesp de Assis e atual docente no Campus.



Descomplicando a Biotec: Qual foi a sua formação, professora?

Lucinéia: Sou formada em Farmácia Bioquímica pela UEL. Já meu mestrado e doutorado, ambos foram feitos na USP de Ribeirão Preto na área de psicobiologia, mais precisamente na área de psicofarmacologia. A área de psicobiologia compreende vários aspectos do funcionamento do sistema nervoso. Após essa formação, fiz um pós-doutorado na Unesp de Assis na área de desenvolvimento de compostos bioativos, podendo me aproximar das pesquisas com inflamação e antioxidante desses compostos.


DB: Quais pesquisas você realiza no campus da Unesp Assis ?

L: Minha linha de pesquisa parte do desenvolvimento de produtos fitoterápicos. Atualmente pesquisamos sobre o sisal, sendo o brasil o maior produtor e sua produção se concentrar no interior da Bahia. Através de pesquisas, tentamos atribuir um aproveitamento de cerca de 95% do que é produzido, visto que atualmente somente se é utilizado 5% da planta. Com isso, esperamos proporcionar um desenvolvimento social através de uma melhoria de renda na região. Além disso, a pesquisa não visa somente a descoberta de novas utilidades para o sisal, mas também o desenvolvimento de produtos visando mudar a realizada social de quem trabalha com sisal no sertão da Bahia.

DB: Por que você escolheu ser Docente do curso de Engenharia Biotecnológica ?

L: Eu me aproximo muito desse viés da Engenharia que busca tanto a pesquisa e entendimento de processos como a utilização da mesma para gerar mudanças. Além da Biotec Júnior que trabalho em parceria com o projetos de controle de qualidade.

DB: Na sua graduação em Farmácia, você já possuía o interesse de trabalhar com fármacos e fitoterápicos ?

L: O que me motivou a fazer Farmácia foi poder produzir produtos, trabalhar com cosméticos, tanto que eu só comecei mesmo a trabalhar nessa área aqui na Unesp desde o meu pós-doutorado, vendo uma tendencia de crescimento mundial nas pesquisas de fármacos e o fato de o Brasil possuir uma incrível biodiversidade.

DB: Qual sua opinião sobre o curso de Engenharia Biotecnológica, e o que você acha da formação de Engenheiro Biotecnológico?

L: É perceptível a diferença do curso desde a sua mudança de nome, tanto no objetivo do curso como no perfil dos alunos. Atualmente, acredito que o curso tenha um foco industrial ainda amplo para diversas áreas. Então acredito que meu papel como professora também é fazer os alunos se verem no mercado trabalhado divido essas diversas opções.
Acredito que estamos no caminho certo, mas devemos entender que no campus os discentes e professores formam um grupo com objetivo de desenvolvimento do curso. Na minha opinião, a união desse grupo implica nas limitações de até onde podemos ir com o curso.


DB: Na sua opinião, qual o diferencial do curso de Engenharia Biotecnológica da Unesp Assis?

L: Acredito que seja o intendimento da biodiversidade, devido a utilização de produtos naturais valorizando a riqueza vegetal que existe no nosso pais, pensando em todos as possibilidades de exploração desses produtos como fármacos, bioinseticidas, bioetanol dentre outros. Ou seja, a utilização de produtos para fins industrias com princípios ativos naturais.

DB: Qual sua opinião sobre a Biotec Júnior ?

Eu pude acompanhar a muito tempo a empresa e percebo que ela possui uma boa organização e encontra-se especializada atualmente. Acredito que a empresa seja de extrema importância para o curso, devido sua capacidade de aproximar a comunidade, as empresas e os próprios alunos tirando o aluno da função de aluno e atribuindo a ele a responsabilidade de um profissional.
















quinta-feira, 31 de julho de 2014

Entrevista: Professor Darío Palmieri

Darío Abel Palmieri, formado em genética na Universidad Nacional de Misiones, na Argentina, mestrado e doutorado na UNESP de Botucatu e pós-doutorado no Instituto Agronômico de Campinas. Atualmente leciona Biologia Molecular, Biotecnologia Ambiental, Administração de Empresas e Planejamento de Projetos Biotecnológicos para o curso de Engenharia Biotecnológica no campus de Assis.



Descomplicando a biotec: Qual a sua formação, professor?

Darío: Fiz minha licenciatura em genética na Argentina. Já meu mestrado e doutorado, ambos também em genética, fiz na UNESP de Botucatu. Ainda complementei essa formação no instituto agronômico de Campinas fazendo o pós-doutorado em genômica comparativa e bioinformática.


DB: Qual sua linha de pesquisa no campus da UNESP de Assis?

D: Minha linha de pesquisa aqui começou com biologia molecular de plantas, e, ao longo dos anos, me interessei pela área de sustentabilidade, focando mais nas tecnologias que a biotecnologia fornece, que é o caso do biodigestor anaeróbio. O tratamento de resíduos sólidos utilizando as ferramentas da biotecnologia é o maior exemplo disso.


DB: Como você começou a dar aulas?

D: Não foi uma escolha voluntária. Foi um conjunto de coincidências e oportunidades. Até o final do doutorado eu acreditava que continuaria exclusivamente na área de pesquisa. Meu interesse sempre foi trabalhar numa indústria ou empresa da área de transgênicos e melhoramento genético, mas as oportunidades começaram a surgir na área do ensino superior e acabei prestando concurso e por fim vindo lecionar aqui na UNESP de Assis.


DB: Qual sua opinião sobre o curso de Engenharia Biotecnológica, e o que você espera para ele futuramente?

D:Eu sou um apaixonado pelo curso desde que ele foi criado, sendo, na época, bacharelado em biotecnologia. Sempre tive interesse no mesmo, e quando consegui entrar aqui como professor foi a realização de um sonho. Eu gosto do que a gente conseguiu aqui e do que estamos construindo. Dou muito valor a tudo que temos, para os nossos docentes e, fundamentalmente, para nossos alunos. Então, eu vejo no curso de Engenharia Biotecnológica um dos melhores que nós temos no país nessa área. E temos feito de tudo para não continuar sozinhos nessa área, como o que vinha acontecendo, nos juntando aos dois novos cursos da própria UNESP de Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia e construindo juntos uma base sólida para que os nossos alunos tenham cada vez mais oportunidades, não somente saindo para o exterior através dos intercâmbios cada vez mais frequentes, mas trocando experiências e aumentando nossa base de conhecimento entre esses três cursos de Assis, Araraquara e Botucatu.


DB: Qual você julga ser uma área de atuação interessante para quem está cursando ou tem interesse no curso.

D: Sugerir áreas de atuação para um profissional de biotecnologia seria algo um pouco tendencioso, até porque uma das coisas que sempre falo em minhas aulas é que a biotecnologia hoje oferece oportunidade em todas as áreas, desde pesquisas mais básicas, como a identificação e exploração de resistência bacteriana a antibióticos, à descoberta e manipulação de novas moléculas. Na área industrial, por exemplo, o impacto da formação dos nossos alunos é fabuloso, tanto nas indústrias suco-alcooleiras quanto em indústrias alimentícias, têxtil e por aí vai. A biotecnologia aplicada ao agronegócio também é um dos caminhos mais clássicos que a gente pode enxergar, com o melhoramento genético vegetal e animal, além da clonagem. Uma área que tem me interessado muito é a de biotecnologia ambiental. Da mesma forma que as pessoas não podem passar sua vida sem comer, sendo necessária a produção cada vez mais eficiente de alimentos nutritivos, temos que cuidar do ambiente porque o que temos feito é degradado muito o mesmo, e todas as tecnologias da biotecnologia ambiental têm sido importantíssimas para amenizar isso.


DB: O que você acha que o curso na UNESP de Assis tem de diferencial?

D: Muitos dos nossos alunos são vindos de grandes centros como São Paulo e Campinas e, para estudantes de tais cidades, um curso localizado em Assis poderia perder o brilho devido à distância. A partir disso, acredito que nós temos que reforçar o que temos de bom. Como já comentei, nosso curso abrange uma área muito interessante, inovadora e cheia de oportunidades. Além disso, até que saia uma nova avaliação, nós podemos falar que somos um curso cinco estrelas segundo a editora Abril e isso é muito importante para quem está ingressando na universidade. E é claro que pretendemos continuar melhorando, procurando aprimorar nossa infraestrutura e promover o curso ao máximo possível, destacando suas vantagens para quem quiser nos conhecer.


DB: Qual sua opinião sobre a Biotec Júnior?

D: Sou suspeito para falar sobre a Biotec Júnior. Quando entrei na UNESP de Assis, me deparei com a empresa numa fase de início e afirmação, com a orientação do Prof. Pedro. E desde então tenho achado muito interessante o envolvimento dos membros não só no desenvolvimento do curso como em sua própria formação. Então, a Biotec Júnior tem procurado, ao longo de suas gestões, mostrar isso para os alunos, tanto da empresa em si, como aos demais colegas do próprio curso e demais cursos da nossa unidade. E uma coisa fundamental é ver, além do trabalho interno que fazem em nosso campus, promovendo cursos e eventos, o trabalho externo que fazem com a comunidade. Muitas coisas que a empresa faz beneficiando a comunidade assisense eu acompanho através de redes sociais, onde são postadas fotos de entrega de alimentos de alguma campanha que fizeram, o que é espetacular, trazendo um ensinamento para todos nós, não somente aos alunos como aos docentes e demais pessoas. Isso eu admiro e valorizo muito. Sempre que posso apoio e vou continuar apoiando e incentivando todos os alunos a participarem também.

domingo, 1 de setembro de 2013

UNESP de Jaboticabal desenvolve equipamento que melhora o desempenho de biodigestores.

Um equipamento desenvolvido pela equipe do pesquisador Airon Magno Aires na Universidade Estadual Paulista (UNESP), campus de Jaboticabal, separa os dejetos em partes líquidas e sólidas, melhorando o desempenho dos biodigestores.

Os biodigestores são equipamentos de fabricação relativamente simples, que possibilitam o reaproveitamento de detritos para gerar gás e adubo, também chamados de biogás e biofertilizantes. O biodigestor geralmente é alimentado com restos de alimentos e fezes de animais, acrescidos de água.

Dentro do aparelho, esses detritos entram em decomposição pela ação de bactérias anaeróbicas. Durante o processo, todo o material orgânico acaba convertido em gás metano, que é utilizado como combustível em fogões de cozinha ou geradores de energia elétrica. No caso de uma granja, alvo do trabalho do pesquisador, o gás gerado pelas fezes das galinhas é usado para aquecer os ovos nas incubadoras. O resíduo sólido que sobra no biodigestor também pode ser aproveitado como fertilizante.

Leia mais aqui.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Fármaco brasileiro mostra bons resultados contra anemia falciforme

  Um fármaco desenvolvido por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) para aliviar os sintomas da anemia falciforme une  os benefícios da talidomida  e do quimioterápico hidroxiureia – já usado no tratamento crônico da doença – sem apresentar os efeitos tóxicos das drogas originais.
   A molécula, patenteada com o nome Lapdesf1, mostrou bons resultados em ensaios com camundongos feitos na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Os cientistas das duas instituições buscam agora parceria com a indústria farmacêutica para a realização dos primeiros testes em humanos.
 “A pesquisa representa um avanço para o tratamento da anemia falciforme, considerada uma doença extremamente negligenciada, e ajudará a diminuir vários sintomas presentes nos pacientes, como dor e inflamação”, disse o pesquisador da Unesp de Araraquara Jean Leandro dos Santos, que atualmente trabalha no aperfeiçoamento da molécula em projeto de pesquisa ("Otimização, síntese e avaliação farmacológica de novos candidatos a fármacos para tratamento dos sintomas da anemia falciforme") apoiado pela FAPESP.
  A anemia falciforme é uma das doenças hereditárias mais prevalentes no Brasil e estima-se que existam mais de 50 mil afetados. Comum em populações afrodescendentes, é causada por uma alteração genética na hemoglobina, proteína presente nas hemácias – glóbulos vermelhos do sangue – que ajuda no transporte do oxigênio.
  A mutação faz com que as hemácias assumam a forma de foice depois que o oxigênio é liberado aos tecidos. Em baixas tensões de oxigênio, as células se tornam deformadas, rígidas e propensas a se agregarem, ou seja, a formar uma massa celular que adere ao endotélio e dificulta a circulação sanguínea – processo conhecido como vaso-oclusão.. A doença também compromete os ossos, as articulações e tende a se agravar com o passar dos anos, reduzindo a expectativa de vida dos portadores.
  A hidroxiureia é hoje uma das drogas mais usadas no tratamento da anemia falciforme por ser capaz de aumentar a produção de um outro tipo de hemoglobina, conhecida como hemoglobina fetal (mais presente no período de vida uterina). Altos níveis de hemoglobina fetal diminuem a polimerização das hemácias defeituosas e reduzem o risco de vaso-oclusão.
  Como qualquer quimioterápico, porém, a hidroxiureia apresenta efeitos adversos. Além de causar náuseas, dores abdominais e de cabeça, tonturas, sonolência e convulsões, pode ainda diminuir a produção de células da medula óssea. Também pode afetar as células reprodutivas e levar à infertilidade.
  Já a talidomida, inicialmente usada como sedativo e antiemético (contra náuseas), foi retirada do mercado em todo o mundo nos anos 1960 depois de provocar uma epidemia de recém-nascidos com malformações. Foi posteriormente reintroduzida nos anos 1990 para tratamento de câncer, hanseníase, lúpus e Aids. No Brasil, o uso da talidomida é controlado e a droga é produzida por laboratórios públicos e fornecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
  De acordo com Santos, no caso da anemia falciforme, a talidomida é interessante por seus efeitos anti-inflamatórios. “Nós aproveitamos da talidomida a subunidade responsável pelos efeitos anti-inflamatórios benéficos e acrescentamos à molécula o mecanismo de ação da hidroxiureia, relacionado à capacidade de doar óxido nítrico – mediador responsável pelo aumento da hemoglobina fetal. Nos ensaios de toxicidade feitos até o momento, o Lapdesf1 não apresentou nenhum dos efeitos negativos dos fármacos originais”, disse.
Leia mais em Agência Fapesp

segunda-feira, 6 de maio de 2013

UFSCar e Unesp criam material que elimina quatro vezes mais bactérias

Tungstato de prata foi sintetizado por novo processo
             (Foto: Elson Longo/Arquivo pessoal)
 Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp) desenvolveram um material com grande capacidade de matar bactérias e fungos. A descoberta trará benefícios a diversas áreas, como saúde, meio ambiente e eletrônica.

 "Ele degrada substâncias orgânicas, pode ser usado para despoluir rios”, afirmou Elson Longo, coordenador da pesquisa e professor do Departamento de Química da UFSCar.

 Após quatro anos de estudos, os pesquisadores sintetizaram o tungstato de prata utilizando um novo processo que resultou em um composto com propriedades bactericida, fungicida, fotoluminescente e fotodegradante.

 O novo material, originário da prata, atua no metabolismo da bactéria e impede que ela se desenvolva. "Ele não mata e depois a bactéria volta, ele continua matando. É de terceira geração bactericida, é outro nível de matar de bactérias", explicou Longo.

 Segundo o coordenador do estudo, a pesquisa ainda pretende avaliar melhor as propriedades do material artificial, que passará a ser desenvolvido em escala semi-industrial para novos testes e, pela sua grande eficácia, pode se tornar comercial em poucos meses.

Para saber mais: Clique aqui

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Comentário sobre post: Células na máquina do tempo


Boa noite!
No post ''Células na máquina do tempo'' do dia 22/05, contamos um pouco sobre um estudo realizado por pesquisadores da USP, que conseguiram transformar células extraídas do dente de crianças em células-tronco pluripotentes. Para nossa surpresa, e imensa alegria, chegou a nossos ouvidos que um dos formandos da primeira turma de Biotecnologia da UNESP campus de Assis, chamado Nelson Foresto Lizier, já havia integrado o grupo de pesquisadores autores deste estudo.
Ficamos tão contentes, pois todos nós que organizamos esse blog, somos também alunos da UNESP campus de Assis, do curso de Biotecnologia (que hoje recebe o nome de Engenharia Biotecnológica).
Isso mostra o quanto nosso curso, que agora se encontra em sua VIII turma, possui potencial e qualidade para gerar grandes pesquisadores e profissionais, e cada vez mais ser reconhecido Brasil afora.
Para conhecer mais sobre o curso de Engenharia Biotecnológica, clique aqui.
Lizier, recentemente participou de outro importante estudo, dessa vez utilizando células-tronco de dentes de leite para tratamento de lesões de córnea, o que pode significar um novo meio para o tratamento de problemas gerados por queimaduras ou doenças genéticas e imunológicas.
Para saber mais sobre o trabalho de Lizier, clique aqui.